Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gravidez. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Te esperando

Os dias são em função de te esperar. Todos te esperamos: seu pai,
sua avó, a Diva, os amigos que ligam para cá constantemente e eu, é
claro.
Embalados por expectativas e idéias, aqui permanecemos. Cada dia
pode ser o último e cada semana pode puxar a próxima. Tenho apresentado
alterações de humor, mas nada impressonante.

domingo, 21 de junho de 2009

Estamos quase lá

Ah, florzinha-estrela, como eu gostaria de conseguir sentar aqui e
te descrever, tim tim por tim tim, todas as delícias de sentir que
estamos chegando ao final! Como eu gostaria de conseguir te dizer quanto
os pródomos podem ser incômodos e bem-vindos, ao mesmo tempo! Como eu
gostaria de sentar e te escrever sobre o teu irmão, sobre a superação,
sobre a doçura que é te sentir encaixando e abrindo passagem, milímetro
a milímetro! Como eu gostaria de dizer que as portas de te dar à luz têm
mais de poesia que de dor! Como eu gostaria de te falar das tuas
ondulações no meu ventre, da forma como você vai de um lado para o
outro, como eu consigo, agora, me sentir enternecida ao te sentir ondear
de um lado para o outro, imaginando que parte do seu corpinho passa
através dos meus dedos! Como eu gostaria de conseguir te dizer que cada
dia é prenhe de expectativa e que, mesmo quando elas se vêem frustradas
ao final, sabe-me um gosto de ternura e união incrível! Como eu queria
saber como te falar que nos sinto unidas cada vez mais, próximas cada
vez mais, cúmplices cada vez mais, como se, na medida em que você abre
passagem através de mim, conquistasse mais espaço em meu coração, em
nossas vidas, em nossa história! COmo eu queria te descrever as
minudências do afeto do seu irmão por você, da doçura que ele expressa
ao falar na sua vinda, mesmo com idade tão tenra! Como queria ter ânimo
de sobra para descrever o teu quartinho lilás, a disposições das
roupinhas dentro das gavetas, a ternura da Diva quando imagina você
vindo!
Como eu gostaria de te falar dos divertimentos que ouso planejar
para nós quatro, da minha introspecção ao me preparar para te ofertar o
melhor de mim em uma formação que desejo seja intelectual, moral e
consciente, intensa e doce, firme e delicada! Como eu desejaria te dizer
todas essas coisas com o vagar da brisa e a intensidade do Sol!
Partilhar contigo as horas infinitas de espera e os momentos diminutos e
imensos de arrebatamento maternal!
Pode ser que amanhã você esteja em meus braços; pode ser que só
venha na semana que vem; pode ser que esteja ainda apenas na outra. Mas
em nossas vidas, você já está. Essa espera sem data tem algo de
prelúdio de ventura, de vislumbre de um horizonte que aponta para um
caminho igualmente difícil, desafiante, exigente... Mas lindo, porquanto
erigido e nutrido com muito, muito amor....

sábado, 6 de junho de 2009

35 semanas.... Ainda!

Pequenininha...
As 35 semanas chegaram. Oxalá fossem 36. Exaustão, indisposição e
termos análogos são vocabulário corrente aqui em casa. Mas também
falamos em alegria, expectativa e em como será tê-la finalmente conosco.
Imaginei que esse espaço estaria bem ativo, às vésperas do seu
nascimento. Entretanto, quase nunca tenho qualquer coisa para dizer.
Parece que o esforço em conduzir o dia-a-dia drena todas as energias.
Mas continuamos aqui, juntas

sexta-feira, 22 de maio de 2009

33 semanas

Trinta e três semanas, pequenininha... E de repente eu me vejo
perguntando como se faz para cuidar de duas crianças de uma vez e se é
verdade que tudo isso está acontecendo com nossa família, como se só
agora a ficha começasse a cair: espera aí, eu estou grávida? Dentro de
pouco mais de um mês, teremos, mesmo, outro bebê em casa? Espera aí! Eu
não sei ser mãe de menina! OUtro bebê! E ela vai nascer tão pequenininha
e indefesa!... Ah, meu Deus!
Penso em todas essas questões como "sustos de tomada de consciência"
que, antes de desestabilizar, são bem-vindos. Com seu irmão aprendi que
o programar é uma faixa estreita e pouco garantida; que, no dia-a-dia,
valem os instintos, a força moral, a determinação e a paciência...
Agora, com seu irmão vivenciando plenamente seus dois anos, sendo
lindo e instigante como sempre foi, mas jamais um bebezinho, tem algo de
agre-doce em estar às vésperas de ter outro bebê nos meus braços: o
torvelinho encantador, provavelmente pela última vez; as mãozinhas
minúsculas sobre meus seios como estrelas do mar, provavelmente pela
última vez; aqueles dedinhos minúsculos aferrando-se aos meus com todo o
seu empenho, provavelmente pela última vez; a sensação indescritível da
sucção de uma boquinha minúscula e banguela sobre meus mamilos,
provavelmente pela última vez; a glória indescritível de surpreender
aqueles lábios virgens de palavras dizendo "mamã" pela primeira
vez, provavelmente pela última vez; a doçura de um corpinho minúsculo se
encaixando ao meu e nele se aninhando, provavelmente pela última vez...
Sua vinda, portanto, agora nos sabe a turbilhão e a última vez.
Sabe-nos ao calafrio de pular de uma altura imensa, rumo a um precipício
imprevisível mas que trará, sem dúvida, crescimento e ternura ao nosso
lar, dádivas essas que, por si só, endossam quaisquer espécies de
testemunhos e sacrifícios.
Sei que existem pessoas que marcam cada fase do desenvolvimento
infantil pelos sacrifícios a que elas os arrastam; nós aqui, entretanto,
vemos cada etapa pela dose de encanto e enlevo a que ela remete.
Então, apesar do frio na barriga absurdo, apesar de não saber nada
sobre como você virá ou como você será, apesar de não fazer a mais
pequena idéia de "como ser mãe de menina", gostaria de reiterar, uma vez
mais, quanto você é bem-vinda.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

31 semanas

Minha flor...

A trigésima primeira semana nos encontrou em um estado muito
semelhante ao anterior. Ainda assim, a data merece ser registrada: reta
final, ou o começo do começo dela. Sete meses completos, e tudo isso
deve significar alguma coisa.
Sigamos juntas.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

30 semanas...

Ma, vim aqui apenas para te dizer duas coisas:
primeira: sexta passada completamos juntas trinta semanas de gestação.
Às vezes sinto arrepios, achando que mais dez semanas assim será
profundamente exaustivo e tento sutilizar ainda mais a conexão entre nós
duas.
Segunda: O meu relato de parto, ou nosso, para ser mais honesta, será
escrito para você. Não me pergunte as razões aprofundadas disso nesse
momento: eu não sei. Mas sinto, de um modo instintivo, que é o que deve
ser feito.
Sigamos juntas, pequenininha.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

27 semanas e 6 meses

Minha amiguinha....
Estou grávida, e a vida latente que se desenvolve em mim é a tua própria
vida em botão. Tento te sentir através de mim, perceber seus traços de
alguma forma. Só consigo apreender muita força interior e vontade de
viver. Essas características são de certo modo neutras, mas é algo
encantador te redescobrir através do mundo acuoso de expectativas que
ora nos separa.
Estar grávida de você traz poucas alegrias, para além da ventura
indizível de te gestar. Tem sido uma gravidez fisicamente muito
exigente, exaustiva, até; agora mesmo, estou com uma gripe que me faz
buscar horas mais calmas para poder deitar. Essa noite perdi o sono
quase que por completo, e embora tenha ocupado a mente com divagações
sobre como será ter você finalmente ao meu lado, estou fisicamente
exausta...
Por isso é que cada dia tem o sabor de uma vitória, de passos árduos
de um caminho a duras penas trilhado, rumo ao nosso encontro ou
reencontro. E também por isso que hoje, apesar de ter sido tão difícil
em certos modos, foi um dia feliz: hoje faz seis meses que você está
aqui. Três meses nos separam da nossa primeira caminhada ativa juntas,
do momento em que uniremos nossas forças para nos tocar, pele contra
pele, num amplexo de ternura que me emociona apenas em pensá-lo. Seis
meses e vinte e sete semanas em que estivemos unidas, umbigo a
umbiguinho, e em que você apreendeu, de certo modo, minhas emoções
contraditórias e a aluvião crescente de meu amor.
Quero, assim, ratificar mais uma vez quanto você é bem-vinda; que o
desconforto da sua prenhez é gota d'água perante a alegria de ter você
ingressando em nossa familinha.
Lentamente aproximamo-nos, juntas, da reta final e uma vez mais,
permita-me sussurrar: seja bem-vinda, Mariles Estela.

P.S.: para seu irmão você agora é Maíse e, eventualmente, Masila.

domingo, 29 de março de 2009

Tudo e nada

Não sei porquê, hoje estou com vontade de te contar que foi um dia
normal. De dizer que seu irmão está testando os limites e aprendendo até
pode ir. Dizer que seu pai está com uma virose que oxalá não será nada.
Dizer que continuo me preparando emocionalmente para te dar à luz, e que
esses preparativos são tão intensos quanto sutis. Quero te dizer do
clima, que anda querendo esfriar e esquentar a um tempo só. Dizer que eu
me sinto absurdamente exausta e deliciosamente expectante. Dizer todas
essas coisas e muitas mais que não sei como dizer.
Gostaria de te falar do riso fácil de alguns dias, da introspecção
acurada de outros, das músicas que cascateiam pela nossa casa, da
realidade da sua presença virando planos, virando idéias, virando nome,
virando cor, virando vida. Da tua vida nascendo de mim e se estendendo
além de mim, solicificando-se pelas frestas da nossa casa.
E acho que não tenho mais nada para te dizer, Mariles.... Espero que
tenha conseguido te transmitir, para você, que me lerá desde o futuro,
um pouco das águas que correm no teu passado, que agora é nosso
presente, concreto, intenso, real e vital, muito embora este seja um
período, essencialmente, de preparação.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Meu Amorzinho

Meu amorzinho... Para a maioria das mulheres, a gravidez é uma espécie de estado de graça, em que elas sentem cada mês passado como um presente e uma promessa. Infelizmente, eu não me sinto assim, e não por não amar meus filhos, ou por colocar os eventuais incômodos da gestação em um patamar privilegiado. Cada mês de gestação significa uma etapa cumprida, rumo ao pódio supremo, que reside no começo de uma vida - ou recomeço, segundo nossas crenças pessoais. Ontem seu irmão chorou e chorou. Começou do nada e foi crescendo, num crescendo. Ele não disse o que era, mas eu pude tocá-lo, abraçá-lo, provar-lhe que estava ali, pronta para me empenhar até descobrir de que ele precisava. Então, pouco depois, veio um corrimento diferente, granulado. Por instantes, gelei. "Por que espécies de sofrimento estaria passando minha filha? Se ela estiver assustada, com ou sem motivos, eu não poderei lhe dizer que estava tudo bem com a intensidade de que ela talvez precise". Talvez eu esteja errada, mas é assim que me sinto... Como se vocÊ vivesse em uma caixinha fechada, por ainda não estar pronta para viver no mundo e, nessa caixa, no fim de tudo, vocÊ estivesse sozinha, com ecos difusos do amor e do mundo aqui fora. Então eu não curto, não aproveito. Suporto e oro, até que tudo termine e você esteja nos meus braços. Me resigno e tento fazer de mim um ser humano melhor, para ser ainda mais digna de te receber. Meu amor por você é difuso, porém patente. Eu não te sinto, como se você fosse mais etérea, mais tênue... Mas pensar em você me traz lágrimas aos olhos e me enche de ternura. Fizemos sua ultra e vocÊ está bem. Seu coraçãozinho bateu forte, através do autofalante. Seu pai esteve lá e também ficou emocionado. De onde estiver, seja bem-vinda, meu amor!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

gravidez

Querida, isto escrevi no outro blog, mas como fala a teu respeito, pensei que pudesse deixar aqui também... Mesmo porque não estou certa de desejar que você leia o outro! Acho que no fundo eu tive medo de vir aqui e falar sobre o assunto, porque escrever sobre uma coisa a torna mais real e faz com que ela se torne mais e mais parte de nós. Desde segunda eu soube. No dia, senti uma agitação vibratória, como se o serzinho lá dentro estivesse consciente de que sua presença tinha sido percebida e de que ele era bem-vindo. Uma haura de alívio e amor que não era minha, mas que me inundava, tomou-me por completo. Para todos, eu era a mesma, mas na segunda, eu estava em suspenso, como se as dificuldades nas quais eu me via imersa me tocassem sem me afetar. Eu conseguia reagir sobre elas e encará-las, sem que elas me incomodassem de fato, tal era o transbordamento de ternura que me envolvia toda, transbordamento que se alinhava ao meu e se alimentava dele, mas não vinha de mim. Então, passou. As coisas se acomodaram e eu estou elaborando o acontecido. Grávida, então... Duas crianças, em breve. Toda a curiosidade que muitos têm em aspectos fisionômicos, em mim se reverte para interrogações de um ponto de vista psicológico e filosófico. Quem é ele? O que ele veio fazer aqui? De onde ele vem? Teremos nos conhecido antes? De que vai gostar ele? Teremos nós algum forte ponto em comum, para além do elo intransferível de mãe e filho? Sempre que penso nele, ele vira ela. Ela, uma menina pequena, miúda, menor que o Estêvão, de personalidade terna, porém enérgica - mais terna e mais enérgica que eu. E entre tudo isso os dias vão passando, ela está aqui e nós nos enxarcamos desse estado latente de espera, dessa ternura singular, dessa expectativa indescritível, porém contagiante, que parece envolver todo nosso mundo emocional em um misto de interrogações e exclamações de amor, salpicados por vírgulas de incertezas e páginas inteiras de esperanças e abraços idealizados.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Antes do começo

Meu anjo, retirei isso de outro blog, escrito quase seis meses antes da sua fecundação... Amor, sempre...
Eu "engravidei" do Kevo mesmo
antes de ele chegar. O processo começou anos antes, embora se restringisse às paredes da nossa intimidade. Começo a sentir
o mesmo processo com nosso bebê
que ainda não veio. Achamos que será uma menina. Ao menos é o que sentimos. Eu preferia ter outro garotinho, mas, de verdade,
não chega sequer a ter os
contornos de um desejo. Ouvi essa música e lembrei da menina que ainda "não existe", do corpinho que nasce nos nossos corações
antes que receba nossas
partículas. Se menino ou menina, não importa; o sentido da letra preserva-se de toda maneira. A música pode ter sido composta
em outro sentido, mas eu
achei que tinha a maior car ade "carinho por um bebê". Segue, então, como primeira omenagem ao nosso segundo filho que,
no mundo das coisas tangíveis ainda
não existe, mas que no mundo real está se aproximando de nossa casa dia à dia. Menina O Teatro Mágico Composição: Fernando
Aniteli Já sonhei nossa roda
gigante esconde-esconde em você Já avisei todo ser da noite que eu vou cuidar de você Vou contar histórias dos dias depois
de amanhã Vou guardar tuas cores,
tua primeira blusa de lã Menina vou te guardar comigo Menina vou te guardar comigo Teu sorriso eu vou deixar na estante
para eu ter um dia melhor Tua água
eu vou buscar na fonte teu passo eu já sei de cor Sei nosso primeiro abraço, sei nossa primeira dor Sei tua manhã mais bonita,
nossa casinha de cobertor
Menina vou te casar comigo Menina vou te casar comigo...Vou te guardar comigo Sou teu gesto lindo Sou teus pés Sou quem
olha você dormindo Ô menina guardo
você comigo Menina guardo você comigo Nosso canto será o mais bonito Mi Fá Sol Lápis de cor Nossa pausa será o nosso grito
que a natureza mostrou A gente
é tão pequeno, gigante no coração Quando a noite traz sereno a gente dorme num só colchão Menina vou te sonhar comigo Menina
vou te sonhar comigo Sou teu
gesto lindo Sou teus pés Sou quem olha você dormindo Ô Menina guardo você comigo Menina guardo você comigo (2X) Amor, hoje,
asempre e cada vez mais, Jobita
às 01:14 link do post | comentar [O que é?] | [O que é?] | adicionar aos favoritos tags: impressões Boas vindas Embora esteja
aqui certamente há menos
de vinte dias, eu te percebia há meses. Uma vibração intensa, porém pouco definida, mas eu sabia, nós sentíamos, que você
estava por perto e que viria.
Cheguei até a me emocionar ouvindo uma música do Teatro Mágico, chamada, justamente, "menina". Sim. Ainda é radicalmente
cedo para sabermos isso pela ciência,
mas sentimos que você é uma menina. Eu, descrente de intuições por uma questão de segurança, não acredito tanto, embora
sinta; seu pai, porém, mal discute:
é uma menina e pronto. De modo que hoje soube, indiscutivelmente, que estava entre nós. Senti uma onda de amor e ternura
que me deixou atônita e, tão logo
aceitei que estava realmente aqui, percebi crescer em mim o amor pelo teu pai e por teu irmão. Sim, sim, você terá um irmão.
Martim Estêvão é o nome dele.
Hoje ele tem um ano e cinco meses. Coloquei-o para dormir, logo perto das nove. Abracei-o, senti que ele estava relaxando
aos poucos e pensei: ah, meu
amor... Não sabe que hoje nossa vida mudou para sempre! Esse espaço existe para que o possa ler, algum dia e, assim, possa
saber mais da sua própria história.
Através de todos os recursos a minha disposição, quero deixar registrado os passos da sua chegada, sua vinda entre nós,
as nossas vidas se entrelaçando.
Não sei nada sobre você. Sinto que é uma menina e que amam muito o seu irmão. Mas, sendo como for, eu te amo. Não sei qual
seu histórico, qual suas necessidades
prementes, mas estou consciente de que hoje, juntos, iniciamos uma caminhada de amor, ternura e cumplicidade que certamente
ficará arquivada em nossas
vivências para todo o sempre. Na sexta-feira nossos amigos que mais prezamos estarão aqui, para orar bendizendo sua chegada
e comer alguma coisa. Quero
ver se consigo fotos desse momento, e um vídeo, por que não? Para que, anos e anos mais tarde você os veja, você nos veja
e sinta que foi bem-vinda, desde
a primeira semana. Você representará sem dúvida uma nova etapa de desafios para todos nós, do mesmo modo que essa nova vida
representará um desafio em
algum nível para você. Mas acredito, de toda minh'alma, que são todas oportunidades de amor, desafios com e por amor, que
têm por fito principal nos unir
ainda mais e reescrever o que for necessário. Sim, sim... Seja lá de onde você venha, é amado incondicionalmente... E terá
tudo que pudermos oferecer para
que disponha de uma existência qualitativa na Terra, repleta de crescimento, de ternura e das bênçãos das verdades cristãs.
Eu te amo, meu amor... Deus
te guarde.... Durma bem, grãozinho.

Como tudo começou

Amor, aqui tem como soubemos da sua vinda... Meu Deus! Bem, fica o registro....
Jô diz: ai, Luz
Luz diz: jojo!!!
Jô diz: eu...
Luz diz: vixe, quase juntas!
Jô diz: ai, lu
Jô diz: eu to uma piiiilha
Luz diz: como vc tá?
Luz diz: melhorou da gripe?
Jô diz: nem sei
Jô diz: subindo
pelas paredes
Luz diz: pilha
como? estressada?
Jô diz: eu sim
Jô diz: ansiosa
Jô diz: kevo 39 de febre que nam cede
Jô diz: medico a uma
Luz diz: uai...
consegue identificar com o
que?
Luz diz: meu deus
Luz diz: tadinho!
Jô diz: sem duvida!
Jô diz: e eu meio-dia vou saber se to gravida ou nam
Luz diz:
será que ele gripou também???
Jô diz: entam, a menos que tu precise sair, se eu tiver, tu vai ser a primeiríssima a saber
Luz diz: uauu! vc tá sim!
Luz diz: obaaaaaaaaaaaaaa
Jô diz: a ticiana me ligou hoje
Luz diz: só vou sair as 14 pra trabalhar
Jô diz: pra contar que sonhou que eu tava grávida
Jô diz: e ela nam sabe de nada, óbvio
Luz diz: nossa!!!
Jô diz: to com mão fria e tudo
Jô diz: colica, muiiiiita colica, muiiiiiito vomito, os seios que nam podem
nem tocar
Luz diz: ai, ai,
ai, eu fiquei assim também!! Luz diz: ah, então tá mesmo! Jô diz: eu tava meio cambaia desde quinta por causa disso e pela
gripe, mas agora com meu filho
doente, eu tive que correr atrás de médico. Jô diz: eu queria esperar ao menos uma semana pra nam ter risco de dar com a
cara na porta, mas kevo precisou
de mim Jô diz: 12:42 Luz diz: tomara que seja só gripe! Jô diz: 11:42 Jô diz: ai... Luz diz: ai ai ai Jô diz: fazer coco
e ver o kevo Jô diz: ansiosíssima
Luz diz: tá Luz diz: Jô diz: positivo Jô diz: pálida Jô diz: sem palavras Jô diz: tremendo da cabeça aos pés Luz diz: uauuuuuuuuuuuuuuuu
Luz diz: lida
Luz diz: lindaaaaaaaaaaaaaaaaaa Luz diz: mamãe, mamãe, mamãe!!!! Jô diz: nem começa que eu choro Luz diz: *Lu que tava na
cozinha de olho no pc pra ver
se ficava piscando a janelinha d msn, e chega aqui e tem essa surpresa e quase cai da cadeira de felicidade* Luz diz: ahsuahsuahsuahus
Luz diz: lindaaaaaa
Jô diz: 1 min, tentando achar minha mãe Luz diz: bem, agora precisamos de um nome para o blog! Luz diz: tá!!! Jô diz: um
nome pro blog Jô diz: ai Jô diz:
bege Jô diz: cara, eu só consigo dizer bege Jô diz: minha mãe nam gostou tanto assim Jô diz: mas dane-se Jô diz: pensei
em grão de humanidade Luz diz:
ah, é só o susto inicial!! Jô diz: da pra vida toda Jô diz: é carinhoso Jô diz: sei la Luz diz: daqui á pouco vai tá babando
também!! Jô diz: eu sei Luz
diz: bege? Jô diz: é Luz diz: grão de humanidade! Jô diz: diva falou que eu to branquinha Luz diz: ahsuahsuahushauhus Jô
diz: imagina Jô diz: outro bb
Luz diz: nem é pra menos!!! Luz diz: vai ser mamãe!!! Jô diz: é.. Jô diz: muito melhor que da primeira vez Jô diz: só alegria
Luz diz: nossa, tô tão feliz!!!
Jô diz: bu, isso que é saber de primeira mão... Luz diz: me sinto honradíssima! Jô diz: grão de humanidade, Luz! Luz diz:
*sorrisão de orelha à orelha*
Jô diz: achoq ue vai ser isso Luz diz: Então posso criar? lá no jobita? Luz diz: pera que tenho que salvar o post que estou
preparando, e entrar no teu
Jô diz: sim sim sim!!!!! Jô diz: pls! Luz diz: criado!! Jô diz: ai. Jô diz: frio na barriga Jô diz: essa conversa vai ser
o primeiro post, auahuahua Jô
diz: nossa Luz diz: uauuuuuu Jô diz: to muito besta Jô diz: é, ué Luz diz: e eu tô feliz!! Jô diz: eu ia esperar dar meio
dia Jô diz: eu também! Jô diz:
mas o vi disse que ele ja sabia a resposta Jô diz: mas que queria ficar sabendo aqui em casa Jô diz: nam na vara, como foi
no passado Jô diz: aí eu liguei
Jô diz: e eu disse: vai dar negativo, tu vai ver Jô diz: a moça do laboratório passou uma vida pra pegar meu exame. Jô diz:
aí ela leu o nome e disse que
era positivo. eu fiquei parada na frente do tel, sem nem saber o que dizer Luz diz: nossa!!! que lindooooooooo Jô diz: tio,
agradeci, desliguei e fiquei
parada na frente do telefone. Jô diz: aí o vi disse: eu ja sabia. e vai ser uma menina. Jô diz: da outra vez tambem foi
assim Jô diz: e é isso Luz diz:
sim, menininha!!! Jô diz: abestalhada Jô diz: é. Jô diz: ai